Saúde - 18/08/2013

Hemonúcleo Regional de Jaú divulga resultado da campanha em Itararé

Ezequiel Prestes (41) chegou a pegar um atestado médico para poder faltar e doar sangue.



A campanha realizada no sábado (10) pelo Hemonúcleo Regional de Jaú em parceria com o V.I.C.C. – Voluntários Itarareenses de Combate ao Câncer conseguiu arrecadar um total de 210 bolsas de sangue.

Segundo a organização, este número de bolsas foi menor que a última campanha realizada em abril deste ano, quando obteve o número recorde de 279 bolsas de sangue.

Mesmo assim, a enfermeira Luciane Mª Buzzutti Silvane Munhoz, que trabalha no V.I.C.C. comemorou devido ao fato de estar dentro da média estipulada pela organização.

“Há 11 anos realizamos este trabalho em Itararé e naquela oportunidade iniciamos com 100 doadores, e hoje este número é maior”, disse Luciane.

Casos como o de Ezequiel Prestes (41) demonstram exatamente este engajamento na campanha, pois ele faz questão de doar sangue há seis anos. “Faço questão de estar aqui, pois o importante é saber que o meu sangue pode salvar vidas. Acho que esta é a maneira de demonstrar amor ao nosso próximo”, diz Ezequiel que inclusive informou que havia tirado um atestado da empresa onde trabalha, só para poder contribuir.

Outro que faz questão de contribuir é Jessione Madureira (41) que participa desde que o Hemonúcleo de Jaú começou suas atividades em Itararé. Perguntado se sabia qual seu tipo sanguíneo, Jessione respondeu de pronto dizendo “tenho sangue do tipo A+ e venho sempre pois quero ter minha consciência tranquila de poder ter contribuído com aqueles que precisam. Não dói, recupera rápido então não vejo motivo para não doar”, salientou.

Para Sidnei Rodrigues Almeida (40) esta é a quarta vez que ele doa sangue. “Eu estou de folga hoje e estou doando sangue para os que precisam, pois poderia aproveitar minha folga de outra maneira, praticando um esporte, viajando,pescando ou qualquer outra coisa. Eu até posso ainda fazer tudo isso, mas primeiro resolvi cumprir meu dever de amor ao próximo”, afirmou Sidnei.

Uma equipe de aproximadamente 15 profissionais esteve atendendo todas as pessoas que desejaram colaborar doando sangue, desde as 7h30 na Escola Maria da Silveira Vasconcellos.

Foram realizados serviços de triagem - para saber se as pessoas estavam aptas a doarem sangue -, hematóclito – perfuração do dedo para coleta -, cadastro e a doação propriamente dita.

A entrega de senhas foi distribuída até às 12h, mas a doação continuou pelo período da tarde até que a última pessoa pudesse fazer a sua doação.

Segundo a enfermeira Luciane, a senha foi entregue somente até o meio dia, pois era necessário um tempo hábil para o deslocamento deste material até Jaú sem comprometê-lo.

Houve ainda, a participação de 25 atiradores do TG02-017 que também colaboraram na doação de sangue.

Algumas pessoas reclamaram com relação a demora em iniciar os trabalhos, pois segundo elas, muitos estavam na fila bem cedo, por volta das 6h30.

Mesmo assim, disseram que voltarão a doar sangue, pois a cidadania está acima de qualquer dificuldade.

Veja mais


No Brasil, câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens

Ano passado foram identificados mais de 60 mil novos casos da doença

Ler notícia

Paciente do Hospital Amaral Carvalho e doador de medula óssea se encontram.

"Quando vi o pai e sua filha felizes, ela saudável, brincando e correndo, me senti honrado. Não há preço que pague um bem que podemos fazer ao próximo" comentou o doador Paulo.

Ler notícia

Saúde Bucal da rede municipal participa de capacitação em São Paulo.

Estes profissionais estão se capacitando para atender pessoas com deficiência na rede municipal.

Ler notícia


Comentários