Religião - 05/08/2013

Pe. Luciano comemorou seu 1º ano de sacerdócio

Após um ano de sacerdócio, Pe. Luciano fala sobre a alegria da data e seus projetos pessoais.



Além do Dia do Padre, a missa das 19h deste domingo (04) foi especial para Luciano Romero da Silva, mais conhecido como Pe. Luciano, pois o mesmo foi ordenado neste mesmo dia em 2012. Filho de Manoel Romero da Silva (in memoriam) e Terezinha Pedro Nolasco, Pe. Luciano tem quatro irmãos.

Iniciou seus estudos, o propedêutico no dia 04 de agosto de 2003 em Curitiba-PR. Estudou Filosofia mais três anos em Campinas-SP, fez seu Noviciado durante um ano em Uberaba-MG, quatro anos de Teologia em São Caetano do Sul e finalmente o Diaconato durante seis meses, antes de sua ordenação.

Atualmente está em São Caetano do Sul como Promotor Vocacional na Província Estigmatina de Santa Cruz e seu trabalho abrange São Paulo, Paraná, Bahia, Chile e Paraguai.

Pe. Luciano nos concedeu uma entrevista, onde falou da satisfação de estar comemorando este primeiro ano sacerdotal, dos seus projetos pessoais e da renovação vocacional que o Papa Francisco está proporcionando à Igreja.

JC-Qual a satisfação de completar um ano de sacerdócio?

É uma alegria muito grande, pois completar um ano de sacerdócio é completar um ano da Graça de Deus em minha vida. Na Teologia nós temos uma disciplina chamada Teologia da Graça onde nós estudamos a manifestação da Graça de Deus em nossa vida. Então é um ano de graça, de bênção, de adesão a este projeto magnífico de Cristo. E é um projeto que acontece em nossa vida que não tem palavras que possam explicar tamanha graça e bênção que Deus derrama sobre o ministério sacerdotal.

JC-O que mudou em sua vida após o sacerdócio?

Dois pontos. Humanamente mudou a dimensão de leigo para o ministério ordenado. Na Teologia nós chamamos de uma mudança ontológica. Esta mudança ontológica é fazer com o Luciano, que continua o mesmo, passe a fazer parte do ministério sacerdotal, ou seja, o ministério do próprio Cristo que nos ordena e nos conduz nesta caminhada. Pessoalmente o que mudou no Luciano. Mudou todo aquele trabalho, que antigamente era ministério leigo e hoje é sacerdotal. Mudaram as responsabilidades. Antes batizava como leigo, hoje batizo como padre. Celebro missas, atendo confissões, então o Luciano pessoa continua o mesmo, aquele Luciano de Itararé, da Matriz, da São Pedro, Luciano do nosso povo.

JC-O senhor tem algum projeto dentro do sacerdócio que deseja realizar?

Sim, eu tenho  vontade de realizar um curso de Agiologia; que é o estudo da vida dos santos. Eu gosto desta mística da vida dos santos porque através deles a gente consegue perceber que pessoas simples conseguiram chegar até Jesus Cristo que é caminho, verdade e vida. Então este estudo é o que pretendo realizar como sacerdote. Hoje estou como promotor vocacional na província de Santa Cruz dos Estigmatinos, mas ainda pretendo trabalhar em Paróquias e realizar outro curso que é a de Espiritualidade Nasciana, que fala muito com a nossa congregação e que pertence ao nosso carisma.

JC- O senhor trabalha com vocações. A vinda do Papa para a JMJ deu um novo ânimo para este trabalho? Despertou nos jovens um interesse maior?

Antes da vinda do Papa Francisco, nós das congregações religiosas, das dioceses conversávamos e percebíamos que os jovens estavam mais tardios em dar sua resposta, tanto que nós temos as  Vocações Adultas que são acima dos trinta e cinco anos e que eram um questionamento da CNBB e da CRB sobre estas vocações. Com a visita do Papa, os jovens tiveram contato com o Papa Francisco e mesmo com o fervor da JMJ, muitos começaram a despertar interesse pela vida com Cristo num sentimento e num segmento mais radical; muitos frequentavam grupos de jovens, nas paróquias, porém, aquele chamado interior para uma vida consagrada parece ter despertado em muitos. Isto foi positivo, pois o jovem a partir dos momentos de oração para a realização da jornada começou a olhar com mais carinho aquilo que Deus quer de cada um deles. Tem aumentado o número de “cartinhas” de jovens que pedem um acompanhamento vocacional e isto nos alegra muito e não quer dizer que a intenção em ter um acompanhamento vocacional seja apenas para a vida religiosa, consagrada. Muitas vezes, o acompanhamento vocacional também auxilia na boa orientação para o matrimônio que também é uma vocação, o chamado a ser pai a ser mãe.

 

JC- Sobre a celebração deste um ano de sacerdócio, o que o senhor teria a dizer.

Superou as minhas expectativas, pois tivemos outras celebrações durante o domingo e mesmo assim a Matriz estava lotada de fiéis e amigos que estiveram comigo para compartilhar este momento de ação de graça de um ano. Como é gostoso presidir a missa entre amigos. Presidi a missa sabendo que estava entre família. A família do povo de Itararé, a família do Pe. Luciano; pois é como o Senhor fala, aquele que deixar casa, pai, mãe, irmãos, terra e bens por causa do Reino, herdará cem vezes mais e ali quantos amigos e irmãos na fé estavam presentes e sei que estes mesmos estão constantemente em oração para que eu continue firme na caminhada.

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